quinta-feira, 20 de março de 2014

Publicação de A SERRA E O RIO

Agora foi a vez de A Serra e o Rio. Publicado na PerSe, hoje, dia 20 de março de 2014. A publicação de um livro é algo extraordinário, e o que satisfaz não é a perspectiva de ganhar dinheiro com a venda, porque o brasileiro, de modo geral, não gosta de comprar livros. Principalmente de autor desconhecido. O satisfatório é ter o livro editado e publicado, com registro na Biblioteca Nacional, com ISBN, que é um número internacional, único para cada livro. É isso que dá prazer... Mas se vier algum lucro, melhor ainda. 
Para comprar basta acessar o site abaixo:

http://www.perse.com.br/novoprojetoperse/WF2_BookDetails.aspx?filesFolder=N1395320695373


domingo, 9 de fevereiro de 2014

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Novo Romance

    Talvez eu mude o título, Charneca Maldita, para outro que
não pareça tão chocante. Este, de imediato, sugere um sentido que não é o que realmente signifique. Dá a impressão de que se refere a uma história de terror, mas não tem nada disso. Mas, não sei. Já estou gostando desse título. 
    Charneca tem dois significados e, curiosamente, opostos: um local pedregoso e árido, com vegetação rasteira; e local pantanoso. No caso do meu romance, aplica-se a primeira designinação. É para onde irão os meus personagens. Por ser um local de difícil sobrevivência, foi chamado de charneca maldita. 
    Já com 189 páginas, ainda está, talvez, na metade. Criei, para essa história, personagens fortes e de natureza contraditória. O cenário inicial é uma fazenda do norte de Minas. Acho que vai ficar bom. 

Lago da Solidão

Vivi Lago da Solidão, enquanto escrevia, porque usei a primeira pessoa, transformando-me em personagem, porém é uma ficção. Entretanto, foram, de certa forma, os meus sentimentos que resultaram no romance. Escrevi-o para mim mesmo e, se alguém chegar a ler, não sei se vai gostar. Esse não foi meu objetivo: agradar leitores. Se for publicado, o que seja mais provável que não, a capa não poderá ser esta, pois a imagem, tirada da internet, pode ter direitos autorais. Usei-a apenas como ilustração de forma retstrita.

sábado, 23 de novembro de 2013

Poema Para Asoiretsim

Procurei a solidão e encontrei você!
E com você a incerteza do que é solidão!
No lago da solidão ela acabou pra mim;
acabou também pra você, Asoiretsim?
O que o lago e eu podemos fazer por você?
Ele não pode dizer que te ama; eu posso!
O lago é você, e você sou eu!
Amalgamados pelo mistério da solidão,
na tristeza que sua alma leva!
Por quê?... Por quê?
O velho banco de madeira não diz nada;
só acompanha, em silêncio, o nosso drama,
o nosso amor, nossos desejos, nossas fantasias...
Aqui, nossa casa e nosso mundo!
Não podemos ficar e nem queremos ir.
Com você em meus braços o tempo para;
e sei que é preciso!
Quando olho pra você,
sei que é preciso!
Absorvo, subtraio através de seus olhos,
um pouco de sua dor;
só um pouco!...
Amo Asoiretsim para sempre;
mas aprendi com ela que o tempo não conta;
e mesmo quando o lago não mais existir,
você e eu, eu e você estaremos aqui, Asoiretsim.
Para sempre!... Para sempre!

O MEU CANTINHO

   
A sala do meio, no segundo piso de minha casa, ainda não é o meu cantinho, onde pretendo ficar,sossegado, para escrever. Mas como ainda não tenho esse cantinho, ele serve provisoriamente. E aqui, onde sai a escada, as portas dos dois quartos, e a saída para a área que fica sobre a garagem, fico horas, escrevendo. O local é bem ventilado, adequado para se ficar, tanto na parte da manhã como à tarde. Pena que não é um lugar bem reservado, porque, para escrever é necessário que se tenha um lugar assim - um cantinho sossegado; onde não fica gente passando, de vez em quando, para lá e para cá, tirando minha concentração. É quase impossível escrever ouvindo outras pessoas conversando. Preciso do meu lugar. As pessoas de casa não entendem isso. E conversam, perguntam uma coisa e perguntam outra. Aí eu tenho que parar de escrever e prestar atenção, com o cuidado de não me irritar, porque não seria compreendido. Quando estou escrevendo ninguém acha que isso é importante para mim. Só porque não estou ganhando dinheiro, fazendo o que gosto de fazer. Todo mundo só acha importante aquilo que se faz para ganhar dinheiro. Quando fazemos isso, aí sim, somos levados a sério.