Algumas de minhas produções, realizadas mais para satisfazer um desejo antigo - o de escrever estórias -, o que agora faço com satisfação e compartilho com familiares e amigos.
domingo, 9 de fevereiro de 2014
HERÓIS DESCONHECIDOS
ADQUIRA ACESSANDO O LINK ABAIXO:
http://www.perse.com.br/novoprojetoperse/WF2_BookDetails.aspx?filesFolder=N1391766496454
Romance Publicado
Depois de muito tempo realizei o sonho de ver meu livro publicado. Este é apenas o primeiro, depois serão os outros: A Serra e o Rio, A Cidade das Rosas e Lago da Solidão. Charneca Maldita já está bem adiantado, mas ainda demora algum tempo para ficar pronto.
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sábado, 1 de fevereiro de 2014
Novo Romance
Talvez eu mude o título, Charneca Maldita, para outro que
não pareça tão chocante. Este, de imediato, sugere um sentido que não é o que realmente signifique. Dá a impressão de que se refere a uma história de terror, mas não tem nada disso. Mas, não sei. Já estou gostando desse título.
Charneca tem dois significados e, curiosamente, opostos: um local pedregoso e árido, com vegetação rasteira; e local pantanoso. No caso do meu romance, aplica-se a primeira designinação. É para onde irão os meus personagens. Por ser um local de difícil sobrevivência, foi chamado de charneca maldita.
Já com 189 páginas, ainda está, talvez, na metade. Criei, para essa história, personagens fortes e de natureza contraditória. O cenário inicial é uma fazenda do norte de Minas. Acho que vai ficar bom.
não pareça tão chocante. Este, de imediato, sugere um sentido que não é o que realmente signifique. Dá a impressão de que se refere a uma história de terror, mas não tem nada disso. Mas, não sei. Já estou gostando desse título.
Charneca tem dois significados e, curiosamente, opostos: um local pedregoso e árido, com vegetação rasteira; e local pantanoso. No caso do meu romance, aplica-se a primeira designinação. É para onde irão os meus personagens. Por ser um local de difícil sobrevivência, foi chamado de charneca maldita.
Já com 189 páginas, ainda está, talvez, na metade. Criei, para essa história, personagens fortes e de natureza contraditória. O cenário inicial é uma fazenda do norte de Minas. Acho que vai ficar bom.
Lago da Solidão
Vivi Lago da Solidão, enquanto escrevia, porque usei a primeira pessoa, transformando-me em personagem, porém é uma ficção. Entretanto, foram, de certa forma, os meus sentimentos que resultaram no romance. Escrevi-o para mim mesmo e, se alguém chegar a ler, não sei se vai gostar. Esse não foi meu objetivo: agradar leitores. Se for publicado, o que seja mais provável que não, a capa não poderá ser esta, pois a imagem, tirada da internet, pode ter direitos autorais. Usei-a apenas como ilustração de forma retstrita.
sábado, 23 de novembro de 2013
Poema Para Asoiretsim
Procurei
a solidão e encontrei você!
E
com você a incerteza do que é solidão!
No
lago da solidão ela acabou pra mim;
acabou
também pra você, Asoiretsim?
O
que o lago e eu podemos fazer por você?
Ele
não pode dizer que te ama; eu posso!
O
lago é você, e você sou eu!
Amalgamados
pelo mistério da solidão,
na
tristeza que sua alma leva!
Por
quê?... Por quê?
O
velho banco de madeira não diz nada;
só
acompanha, em silêncio, o nosso drama,
o
nosso amor, nossos desejos, nossas fantasias...
Aqui,
nossa casa e nosso mundo!
Não
podemos ficar e nem queremos ir.
Com
você em meus braços o tempo para;
e
sei que é preciso!
Quando
olho pra você,
sei
que é preciso!
Absorvo,
subtraio através de seus olhos,
um
pouco de sua dor;
só
um pouco!...
Amo
Asoiretsim para sempre;
mas
aprendi com ela que o tempo não conta;
e
mesmo quando o lago não mais existir,
você
e eu, eu e você estaremos aqui, Asoiretsim.
Para
sempre!... Para sempre!
O MEU CANTINHO
A sala do meio, no segundo piso de minha casa, ainda não é o meu cantinho, onde pretendo ficar,sossegado, para escrever. Mas como ainda não tenho esse cantinho, ele serve provisoriamente. E aqui, onde sai a escada, as portas dos dois quartos, e a saída para a área que fica sobre a garagem, fico horas, escrevendo. O local é bem ventilado, adequado para se ficar, tanto na parte da manhã como à tarde. Pena que não é um lugar bem reservado, porque, para escrever é necessário que se tenha um lugar assim - um cantinho sossegado; onde não fica gente passando, de vez em quando, para lá e para cá, tirando minha concentração. É quase impossível escrever ouvindo outras pessoas conversando. Preciso do meu lugar. As pessoas de casa não entendem isso. E conversam, perguntam uma coisa e perguntam outra. Aí eu tenho que parar de escrever e prestar atenção, com o cuidado de não me irritar, porque não seria compreendido. Quando estou escrevendo ninguém acha que isso é importante para mim. Só porque não estou ganhando dinheiro, fazendo o que gosto de fazer. Todo mundo só acha importante aquilo que se faz para ganhar dinheiro. Quando fazemos isso, aí sim, somos levados a sério.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Lago da Solidão
Comecei a escrever Lago da Solidão em novembro de 2012, e concluí agora, em novembro de 2013. O livro já está com mais de 200 páginas, mas como estou fazendo alguns retoques, cortando trechos, acrescentando outros, não posso saber ainda exatamente com quantas páginas ficará quando estiver pronto. Parece que não quero termina-lo definitivamente, porque gosto demais da companhia de Asoiretsim; estar com ela no lago e na praia é tudo pra mim. Estou sempre acrescentando mais diálogos nas partes em que nos encontramos, adiando o máximo possível a separação. Mas, enfim, tudo acaba. Aí está a capa.
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